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13 de Dezembro de 2007
Derrame no Mar do Norte –
Uma importante fuga na plataforma Statfjord A, no Mar do
Norte, derramou cerca de quatro mil metros cúbicos de
petróleo.
13 de Novembro de 2002
O petroleiro "Prestige", seguindo da Letónia para
Gibraltar, começa a derramar fuel-óleo ao largo da costa
da Galiza. Na manhã do dia 19 afunda-se a cerca de 200
quilómetros de Espanha. 295 quilómetros de praias
galegas são contaminadas por quatro mil toneladas de
combustível e a pesca é proibida ao longo de cem
quilómetros.
16 de Janeiro de 2001
O petroleiro equatoriano "Jessica" encalha na baía dos
Naufrágios da ilha de San Cristóbal, nas Galápagos,
derramando a maior parte da sua carga de 900 mil litros
de combustível.
12 de Dezembro de 1999
O petroleiro "Erika" quebra-se em dois frente às costas
da Bretanha francesa, derramando 20 mil toneladas de
fueóleo. 400 quilómetros de litoral francês foram
afectados.
12 de Janeiro de 1998
40 mil barris de petróleo foram derramados de uma
ruptura nas condutas de uma unidade da Mobil, na
Nigéria. Apesar da maioria do petróleo ter evaporado ou
dispersado em dez dias, algumas comunidades queixaram-se
de que o peixe havia sido contaminado pelo derrame e as
redes de pesca haviam sido destruídas.
15 de Fevereiro de 1996
O petroleiro de bandeira liberiana "Sea Empress" ancalha
na costa do País de Gales, derramando 70 mil toneladas
de crude. Mais de 25 mil aves marinhas morreram no
acidente.
5 de Janeiro de 1993
O petroleiro "Braer" encalha nas rochas da região
costeira das ilhas Shetland, na Grã-Bretanha, devido às
más condições climatéricas. A embarcação derramou 84.500
toneladas de petróleo, estendendo-se a mancha negra ao
longo de 40 quilómetros de costa.
3 de Dezembro de 1992
O navio grego "Mar Egeu", transportando 79.300 toneladas
de crude, encalha frente à Corunha, devido ao mau tempo.
Devido ao acidente são derramadas 70 mil toneladas de
combustível que poluem 200 quilómetros de costa na
Galiza.
11 de Abril 1991
O petroleiro cipriota "Haven", contendo 140 mil
toneladas de petróleo, explode no Mediterrâneo, ao largo
da costa de Génova, Itália. Começa a afundar-se e, em
dois dias, 30 mil toneladas de petróleo correm para as
águas do Mediterrâneo. No dia 14 de Abril, afunda-se
totalmente, sem se partir, evitando assim aquilo que
poderia ser a mais séria catástrofe ecológica no
Mediterrâneo. O desastre tem lugar a uma centena de
quilómetros do anterior.
10 de Abril 1991
O petroleiro "Agip Abruzzo", transportando dezenas de
milhares de toneladas de crude iraniano, choca com o
“ferry-boat” "Moby Prince", ao largo de Livorno, em
Itália. Há 142 mortos e o petroleiro incendeia-se. A
libertação de petróleo é porém relativamente modesta.
25 de Janeiro de 1991
O Iraque incendeia, no Golfo Pérsico, cerca de onze
milhões de barris de crude, vindo dos poços do Kuwait,
causando um dos maiores desastres ecológicos de sempre.
30 de Dezembro 1989
O petroleiro espanhol "Aragon" derrama 25 mil toneladas
de crude a nordeste da ilha da Madeira.
19 de Dezembro 1989
O petroleiro iraniano "Kharg-5" derrama 27 mil toneladas
de crude ao largo da costa marroquina.
30 de Dezembro de 1989
Derrame de 25 mil toneladas de crude, provocando uma
"maré negra" na ilha de Porto Santo, Madeira. O crude
foi derramado pelo petroleiro espanhol "Aragón". A
mancha a cem milhas da ilha chegou a Porto Santo pouco
degradada, devido ao mar calmo. Os técnicos consideraram
que o acidente teve origem numa fractura da estrutura
metálica, afectada pela corrosão.
14 de Julho 1989
O petroleiro "Marão", de origem portuguesa, derrama
cerca de seis mil toneladas de crude que poluem a costa
alentejana, nos concelhos de Sines e Odemira.
24 de Março de 1989
Pouco depois da meia-noite, o petroleiro "Exxon Valdez"
encalha num recife, derramando 40 mil toneladas de crude
no estreito Prince William, no Alasca. A embarcação
tinha acabado de sair do terminal do oleoduto do Alasca,
em Valdez, com 220 mil toneladas de crude a bordo. 250
quilómetros quadrados de gelos árticos, de acesso muito
difícil, foram afectados. Um ano depois, tinham sido
recolhidos 34.400 cadáveres de aves, mil de lontras e
151 de águias-calvas.
31 de Janeiro 1988
O petroleiro "Amazzone", de origem italiana, verte três
mil toneladas de fuelóleo ao largo de Ouessant, França.
26 de Maio 1987
O navio-tanque "Nisa" rebenta durante uma operação de
descarga, espalhando cerca de dez mil toneladas de crude
pelos areais de Sines, São Torpes, Porto Covo e ilha do
Pessegueiro.
5 e 6 Agosto de 1983
Incêndio do petroleiro espanhol "Castillo de Bellver" ao
largo das costas do Cabo. O navio transportava 250 mil
toneladas de crude. A parte traseira do navio afunda-se
com perto de cem mil toneladas e provoca uma imensa maré
negra nas costas da África do Sul. Morrem três
tripulantes.
Março de 1983
Alvos das forças armadas iraquianas durante a guerra com
o Irão, vários poços de petróleo “off-shore” iranianos
do campo de Nowrouz libertam para o Golfo o seu petróleo
durante meses. A amplitude do desastre nunca pôde ser
bem avaliada devido ao estado de guerra da região.
29 de Março 1981
O petroleiro "Cavo Cambanos", de origem grega, carregado
com 20.100 toneladas de petróleo, explode após um
incêndio ao largo da Córsega (França). São derramadas 18
mil toneladas de petróleo.
7 de Março 1980
O petroleiro "Tanio", de origem malgaxe, carregado com
27 mil toneladas de crude, parte-se em dois, ao largo de
Portsall, a norte do cabo Finisterra. Oito marinheiros
morrem. A parte da frente do barco afunda-se com 8000
toneladas de petróleo ainda nos tanques; o petróleo é
posteriormente bombeado para outro navio. A parte de
trás é rebocada para o Havre (França), espalhando 8000
toneladas de crude que poluíram 120 quilómetros de costa
perto do cabo Finisterra e 20 quilómetros perto do cabo
Norte.
24 de Fevereiro 1980
O petroleiro "Irenes Serenade", de origem grega, verte
102 mil toneladas de petróleo em águas gregas.
3 de Junho 1979
Explosão do poço de petróleo "Intox One", no golfo do
México, provoca a maior maré negra da história. Mais de
nove meses de trabalho serão necessários para conseguir
estancar a fuga. Ao todo, serão lançadas ao mar um
milhão de toneladas de petróleo.
31 de Dezembro de 1978
O petroleiro grego "Andros Patria", transportando 200
mil toneladas de crude entre o Irão e a Holanda é
apanhado numa tempestade. Devido a um rombo no casco,
perto da Corunha, o navio derrama cerca de 50 mil
toneladas. No acidente morrem 37 elementos da
tripulação.
16 de Março de 1978
O petroleiro de bandeira liberiana "Amoco Cadiz"
afunda-se perto das costas da Bretanha, derramando 230
mil toneladas de crude. A maré negra afectou 320
quilómetros de costas francesas ao largo de Finisterra.
12 de Maio de 1976
O petroleiro espanhol "Urquiola", transportando cerca de
120 mil toneladas de petróleo bruto, explode, parte-se
ao meio e incendeia-se na baía da Corunha. Mais de cem
mil toneladas são derramadas para o mar.
13 de Março 1976
O "Olympic Bravery", um petroleiro francês com 250 mil
toneladas de carga — que tinha encalhado dois meses
antes (24 de Janeiro) na costa norte de Ouessant, no
Noroeste da França —, parte-se em dois por ocasião de
uma tempestade. Foram necessários três meses para limpar
a costa.
7 de Junho 1975
O petroleiro japonês "Showa Maru" (com 237 mil toneladas
de petróleo nos porões) naufraga no estreito de Malaca,
no oceano Índico.
19 de Dezembro 1972
O petroleiro "Sea Star" afunda-se no golfo de Omã e
liberta 115 mil toneladas de petróleo.
21 de Agosto 1972
O choque de dois petroleiros liberianos — "Texanita" e "Oswego
Guardian" — lança cem mil toneladas de petróleo ao largo
da África do Sul.
18 de Março de 1967
O navio liberiano "Torrey Canyon" encalha frente à costa
da Grã-Bretanha, perto das ilhas Scilly, e causa uma
maré negra de 300 quilómetros quadrados, ao derramar 123
mil toneladas de petróleo. 180 quilómetros de praias
francesas e inglesas são atingidos. |